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25 de fev de 2012

Querido John - Nicholas Sparks


Quando Savannah Lynn Curtis entra em sua vida, John Tyree sabe que esta pronto para começar de novo. Ele, um jovem rebelde, se alista no exército logo após terminar a escola, sem saber o que faria de sua vida. Então, durante sua licença, ele conhece Savannah, a garota de seus sonhos. A atração mútua cresce rapidamente e logo transforma-se em um tipo de amor que faz com que Savannah jure esperá-lo concluir seus deveres militares. Mas ninguém pôde prever que os atentados de 11 de Setembro pudessem mudar o mundo todo. E como muitos homens e mulheres corajosos, John deveria escolher entre seu amor por Savannah e seu país. Agora, quando ele finalmente retorna para Carolina do Norte, John descobre como o amor pode transformar as pessoas de uma forma que jamais poderia imaginar.

Existe coisa melhor do que ver o último dia de desfile das Escolas de Samba do Rio de Janeiro??
Tem! Ler.
Partindo dessa premissa peguei esse livro, que eu queria ler há tempos, e comecei a ler.
Não me arrependo de ter feito isso.
O livro é lindo; o escritor, Nicholas Sparks, escreve muito bem; e é uma leitura fácil, tanto que eu nem vi o tempo passar, quase virei a noite lendo.
O jeito como os dois, Savannah e John, se conhecem é tão simples, não parece um encontro forçado demais, do jeito que eu costumo ver em alguns livros, é algo natural. Só aí já contou um ponto positivo ao meu ver.
O fato dele (o escritor) ter inserido acontecimentos verdadeiros (por exemplo o 11 de setembro) só tornou a história ainda mais real.
Eu gostei dos personagens, apesar de ter achado que a Savannah era inocente demais pro meu gosto (teve uma hora que a minha vontade era entrar no livro e bater nela).
Como era de se esperar, eu chorei igual "manteiga derretida".
Eu adorei o livro e com certeza irei procurar mais livros desse autor.

Boa Leitura.

Beijos

A mediadora, O arcana nove - Meg Cabot




Em O arcano nove, segundo volume de A mediadora, Suzannah continua literalmente apaixonada por um sujeito de outro mundo. O fantasma do bonitão Jesse, que vive aparecendo em seu quarto, mexe com o coração da adolescente. Mas Tad Beaumont, o garoto mais descolado e rico da cidade, também entra no páreo. E com uma vantagem inegável: ele está vivo. O rapaz convida Suzannah para uma festa, onde ela pode ganhar seu primeiro beijo.
Enquanto lida com os ciúmes de Jesse e as investidas de Tad, Suzannah precisa resolver o assassinato de uma mulher que aparece aos gritos em seu quarto. Noite após noite a mesma coisa se repete. Com a imaginação fértil da idade, Suzannah logo cria várias hipóteses para o "assassinato", mas sua principal preocupação é descobrir quem é aquela mulher. Afinal, apesar de sentir compaixão pela desconhecida, a menina gostaria de poder dormir. Além de tudo isso, Suzannah precisa fazer o que os adolescentes fazem: estudar, badalar, e se ajustar a uma nova família, que inclui um pai adotivo e três irmãos postiços. O relacionamento com Tad vai tomando forma ao mesmo tempo em que Suzannah se envolve na busca do misterioso passado do pai do garoto. Só mesmo a mediadora para transformar a chance de um namoro feliz em risco de vida.


Esse é o segundo livro da série "A mediadora", a resenha do primeiro livro "A terra das sombras" você pode ler aqui.
Tenho que ser sincera, eu adorei esse livro.
Eu ri muito com as confusões da Suzannah, com o ciúmes do Jesse e com as suposições para o tal assassinato.
E como a resposta pra ajudar o espírito da mulher estava na cara dela.
Só a Suzannah pra se envolver em tanta confusão mesmo.
Esse livro é daqueles que quando você começa a ler não para enquanto não terminar.

Boa leitura.

Beijos

24 de fev de 2012

Ela disse, ele disse - Thalita Rebouças

Eu sei que tenho andado meio sumida, não é porque eu não tenha lido, é porque eu tenho andado meio ocupada: eu viajei, teve voltas as aulas, fiquei sem internet, etc. Enfim vários fatores influenciaram para o meu sumiço, mas hoje eu boto as minhas resenhas em dia.
Então mãos a obra!



Primeiro dia numa escola nova é sempre complicado: a gente se sente um peixe fora d'água.
Enquanto todos os outros alunos são (ou ao menos parecem ser) melhores amigos de
infância, os novatos ficam pelos cantos, sem jeito, pensando em qual seria a melhor tática de aproximação.
Mas será que fazer amigos e se adaptar a uma nova realidade é mais fácil para uma menina ou para um
menino? Este é o ponto de partida de Ela Disse, Ele Disse.
Leo e Rosa são dois típicos adolescentes de classe média, e vão contar, na primeira pessoa e em capítulos
alternados, como passaram pela dureza do primeiro ano num colégio novo. Amizade, futebol, paixões, ciúme,
bullying e as armadilhas da internet são alguns dos ingredientes que dão sabor a essa história com dois
narradores e dois pontos de vista.



Não é todo livro neste estilo juvenil que eu consigo ler até o final, tem uns que me irritam logo no começo. Mas este foi diferente.
"Ela disse, ele disse" é um livro engraçado, despojado, e conta de forma simples como um garoto (o Leo) e uma garota (a Rosa) passam pela mesma situação de serem novos em uma escola, as opiniões de um pelo outro e de tudo o que acontece ao longo do livro.
O livro é fininho e dá para ler em um dia só.
Eu gostei do livro e indico.
Boa leitura.

Beijo




8 de fev de 2012

A mediadora, A terra das sombras - Meg Cabot


Falar com um fantasma pode ser assustador. Ter a habilidade de se comunicar com todos eles então é de arrepiar qualquer um. A jovem Suzannah seria uma adolescente nova-iorquina comum, com seu indefectível casaco de couro, botas de combate e humor cáustico, se não fosse por um pequeno detalhe: ela conversa com mortos. Suzannah é uma mediadora, em termos místicos, uma pessoa cuja missão é ajudar almas penadas a descansar em paz. Um dom nada bem-vindo e que a deixa em apuros com mãe e professores. Como convencê-los da inocência nas travessuras provocadas por assombrações?
Com muito humor, neste primeiro volume da série A mediadora, Meg Cabot nos apresenta a vida desta mediadora que tem certa ojeriza a prédios antigos: quanto mais velho um edifício, maiores as probabilidades de alguém ter morrido dentro dele. Filha de um pai-fantasma nada ausente e uma nova família, que inclui um pai adotivo e três irmãos postiços, a história começa com a mudança de Suzannah para uma casa mal-assombrada na ensolarada Califórnia. Só que Jesse não é um espírito qualquer, é um fantasma bonitão que nada faz para assustá-la, muito pelo contrário.



Esse foi primeiro livro que li da Meg Cabot, e já tinha ouvido falar dela, mas eu era meio cética quando via alguém dizer que ela é uma diva da literatura e tudo mais.
Depois que eu li esse livro eu passei a concordar com as pessoas diziam (é duro, mas eu mudei de opinião, todo mundo muda). 
Eu gosto muito de livros que falem sobre coisas sobrenaturais, mas esse livro eu descobrir por acaso, encontrei a série inteira em "pdf" no notebook que era da minha irmã mais velha e agora é meu, depois disso eu fui procurar pela história do livro, quando eu vi do que se tratava comecei a ler o livro na mesma hora, e sinceramente foi a melhor coisa que eu fiz.
Adorei ver como ela se virava nessa nova fase da vida (mudança pra Califórnia) misturado com ainda ter que lidar com fantasma e ter esconder isso de mais 4 pessoas.

Boa leitura
Beijos

6 de fev de 2012

Robin Hood, A lenda de um foragido - Tony Lee



Ao tomar conhecimento da morte de seu pai, Robin de Loxley abandona o exército dos cruzados em Jerusalém para voltar a Nottingham, Inglaterra, onde nasceu. Ali, durante a ausência do rei Ricardo Coração de Leão, que também fora combater na Terra Santa, governa com mão de ferro o xerife Murdach. Porém Robin, escondido nas profundezas da floresta de Sherwood, logo organiza um exército para enfrentálo. Roubando dos ricos para dar aos pobres, encapuzado, de arco em punho, Robin se torna um fora da lei, com a cabeça posta a prêmio.


Todo mundo conhece a lenda de Robin Hood, que ele rouba dos ricos para ajudar aos pobres a sobreviver e tudo mais, mas cada vez que essa história é contada sempre muda algum coisa (se não mudasse não seria lenda) e com esse livro não podia ser diferente.
Mas o que mais me chamou a atenção foi que o livro É TODO EM QUADRINHOS sem brincadeira. Quando eu vi fiquei até meio pasma.
É porque eu adoro quadrinhos, e os desenhos desse livro são tão reais, tão perfeitos que eu fiquei com vontade de ficar com  o livro pra mim, mas como eu sou uma pessoa que tem juízo devolvi o livro na biblioteca.
Escrito por Tony Lee e ilustrado por Sam Hart, esse livro foi daqueles que eu só parei de ler quando eu vi o "Fim" escrito
Se você gosta de quadrinhos de lendas da época medieval, te aconselho a ler esse livro.
Espero que gostem.

Beijos

O diário de um banana - Jeff Kinney



Não é fácil ser criança. E ninguém sabe disso melhor do que Greg Heffley, que se vê mergulhado no ensino fundamental, onde fracotes subdesenvolvidos dividem os corredores com garotos que são mais altos, mais malvados e já se barbeiam.
Em “Diário de um banana”, o autor e ilustrador Jeff Kinney nos apresenta um herói improvável. Como Greg diz em seu diário: “ Só não espere que eu seja todo 'Querido diário' isso, 'Querido diário' aquilo.”
Para nossa sorte, o que Greg Heffley diz que fará e o que ele realmente faz são duas coisas bem diferentes.

Esse livro é sem comentário, eu simplesmente ri do início ao fim, porque mostra a escola e a vida de uma criança de uma perspectiva que normalmente é deixada de lado, o da própria criança.
Depois de ler esse livro eu só pude agradecer por não estar na pele do Greg.
Espero que gostem. Boa leitura.

Beijos